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Saidinha da casca

O blog pessoal de uma aprendiz da vida. Espaço de partilha de devaneios, teorias sensacionalistas, gostos, ideias, curiosidades e opiniões pertinentes sobre tudo, nada e mais um pouco.

Saidinha da casca

O blog pessoal de uma aprendiz da vida. Espaço de partilha de devaneios, teorias sensacionalistas, gostos, ideias, curiosidades e opiniões pertinentes sobre tudo, nada e mais um pouco.

Não sou para sustos

Um opinião consensual entre quem me conhece é que sou forte, corajosa e bastante tolerante à dor, pelo menos nos aspectos do dia-a-dia. Não há agulhas, cadeiras de dentista, marquesas de esteticista, ratos, más disposições que me assustem. Quando toda à ficção sou a maior caguinchas que há. Muito raramente vejo filmes de terror, assusto-me só com os trailers, quase que conto numa mão os que já vi, o último foi há quatro anos "Mulher de negro". Sou uma pessoa prevenida, quando detecto alguma coisa mais suspeita anuncio logo "vai meter medo, vai meter medo, vai meter medo" e mesmo sabendo disso fico aterrorizada. Quando fico nervosa desato a falar. Os meus sobressaltos são sempre acompanhados por gritos, curtos mas relativamente altos e acabam por ser as minhas reações que assusta mais quem está a ver filmes comigo, às vezes mexo-me, escondo a cara nas mãos. A quantidade de sustos apanhados é directamente proporcional ao número de noites com a cabeça enfiada debaixo dos lençóis, sem me mexer, com problemas para adormecer. Numa ação de preservação da minha saúde mental e psicológica (e dos ouvidos alheios) deixei-me dessas coisas. 

 

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Ontem enquanto estava na internet deparei-me com um post num site de histórias de terror com duas frases, sim, chega para assustar, tive a brilhante ideia de ler, ainda podia ter esperado pela claridade do dia seguinte mas não, estupidamente senti-me corajosa e adulta para tal. Mas a verdade é que a coisa fica no nosso subconsciente. À noite, estava estendida debaixo da cama, a tentar ligar a ficha do candeeiro da mesinha à tomada esqueci-me que o interruptor estava ligado, quando estava a sair, virei-me de lado para me levantar, vi a minha sombra projectada na parede, apanhei um susto tão grande que ao mesmo tempo bati na cama e na mesinha, com sei lá quantas partes do corpo. Depois fiquei-me a rir sozinha da minha figura. Tenho de restringir todo o tipo de terror depois de escurecer.  

 

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PS: Bolas, como eu enrolo para contar a mais mínima coisa, contextualizo tanto que quase começo no nascimento de Jesus.  

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